LEITURA DA VERDADE DE DEUS

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sábado, 9 de maio de 2015

Provada ao extremo - 2
6 de fevereiro

Das grandes provas que os teus olhos viram, e aos sinais, e das maravilhas, e da mão forte, e do braço estendido, com que o SENHOR teu Deus te tirou: assim fará o SENHOR teu Deus a todos os povos, diante dos quais tu temes. Deuteronômio 7:19
O rnês de maio estava findando e não havíamos recebido notícias do es­perado milagre. A residência iniciaria nos primeiros dias de junho. Eu pensei: "Se Deus quer me levar ao limite, significa que Ele resolverá o caso no último momento." Quase no fim do mês, meu marido foi ao hospital para doar sangue. Enquanto ele estava fazendo a doação, o chefe da hemoterapia, que pertence à nossa igreja, lhe disse: "Você sabe como está o caso de sua esposa?" "Não", meu esposo respondeu. Então, o Dr. Le comentou como o hospital estava dividido quanto ao tema. "Há gente importante que a está defendendo", ele acrescentou. Quando meu marido me contou, eu não podia crer. "Deus está travando Sua batalha", eu disse.
Dois dias antes do início da residência, recebi um telefonema chaman­do-me para uma entrevista no departamento de docência do hospital. Pedi­ram desculpas pelo ocorrido e me disseram que como eu não apresentara a reclamação, eles mesmos corrigiram a nota.
"Ao mudar sua qualificação, foi também mudado seu lugar na tabela de posições e assim você pode ingressar na residência, porém já havíamos adjudicado o cargo (aspecto legalmente sério). Diante disso, apresentamos uma petição ao Ministério da Saúde (de quem depende a residência) para podermos abrir uma vaga a mais na residência. Depois de várias semanas, recebemos a resposta afirmativa. A ata de ingresso foi mudada, afirmando que você entra em segundo lugar, não em terceiro, e gostaríamos de saber se você aceita o posto."
Senti-me pequena diante de um Deus tão poderoso, mas tão próximo. Ele fizera toda uma "operação" defendendo Seu nome, em primeiro lugar, e agindo em favor de uma filha pequena que lutava para Lhe ser fiel. O que eu experimentei é algo que somente aqueles que já passaram por essa expe­riência podem compreender. A pessoa que fora rude comigo na entrevista renunciou a seu posto. Estou no terceiro ano da residência e até hoje não trabalhei, absolutamente, em nenhum sábado.
Provada ao extremo - 1
30 de janeiro

Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Romanos 8:31
No dia 5 de maio de 2009, levantei-me mais cedo do que de costume para realizar minha devoção diária. Eu estava lendo o livro de Êxodo. Diante de mim, estava o.relato que antecedia a travessia do Mar Vermelho.
Fazia pouco tempo que eu havia me formado em Medicina e estava casada com um pastor. Estávamos servindo na Patagônia, Argentina. Logo ocorreria a entrevista para uma residência médica em um hospital público. Eu já havia prestado a prova escrita, restando a entrevista. Havia apenas duas vagas. O ingresso seria definido na entrevista diante de um painel formado por 7 a 10 pessoas, aproximadamente, que daria uma nota que seria somada à da prova escrita. Porém um assunto me preocupava. Eu havia decidido ser cristã e, como esposa de pastor, decidira que durante a residência eu não iria aos sábados ao hospital. E agora chegara o momento crucial. Como pedir o sábado livre num hospital? Em minha oração naquela manhã, eu disse: "Senhor, tens o poder para trabalhar na mente das pessoas que comporão o painel de avaliação. Faze o que deves fazer."
O que ocorreu na entrevista foi singular. Basicamente foram perguntas a respeito do trabalho de meu marido, quanto tempo ficaríamos na cidade, etc. Ao tomarem conhecimento de que eu era adventista, eles me pergunta­ram a respeito do sábado. "A verdade é que prefiro não trabalhar no sábado", respondi. Então, uma das pessoas encerrou a entrevista de forma brusca, solicitando que eu conferisse minha nota total à tarde. Foi isso o que fiz, e como pensei, fiquei em terceiro lugar. Eu não fora aceita. Ponto final ou reticências? Ao ver minha nota, descobri que houve um erro. A pontuação não correspondia. Embora eu tivesse tirado zero na entrevista, minha nota era maior (com a qual, obviamente eu podia ser admitida). Quis falar com a encarregada, mas me disseram que a procurasse na semana seguinte. No dia marcado, eu me apresentei, mas poucas horas antes, a vaga fora dada a outra pessoa. Pedi para ver os resultados de minha prova. A evidência de que não haviam incluído uma nota ficou clara. Mencionei o erro à encar­regada das residências. "Faça uma carta apresentando sua reclamação", ela me disse. Mas, ao conversar sobre isso com meu esposo, concluí que eu não deveria escrevê-la. (Continua na próxima semana.)
Lança o teu pão
16 de janeiro

Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Eclesiastes 11:1
Rui foi educado em um lar adventista. Durante a infância e adolescência, ele participou de todas as atividades nas quais um menino ou um jovem pode se envolver,nos diferentes programas da igreja. Ao ir para a univer­sidade, Rui tomou a firme decisão de ser fiel a Deus. Vieram as aulas aos sábados, mas ele permaneceu firme, pois havia colocado o Senhor em pri­meiro lugar. Apesar das muitas provas pelas quais passou nos cinco anos de estudos, ele se formou em Engenharia Aeronáutica, como um dos melhores alunos da universidade, sem nunca ter deixado de ser fiel ao Senhor.
Em pouco tempo, foi convidado a trabalhar em diversas empresas do ramo aeronáutico, começou a viajar mundo afora, e sua vida financeira me­lhorou muito. Tudo, porém, tem um custo. Na busca de sucesso no trabalho e nas finanças, pouco a pouco Rui deixou de orar, de estudar a Bíblia e se distanciou dos caminhos do Senhor. Passou muitos anos longe da igreja, mas os princípios que conhecera na infância permaneciam em seu coração e sempre pensava na necessidade de voltar.
Foi nessa época que ele foi trabalhar no Rio de Janeiro, onde conheceu a jovem Simone e decidiram se casar. Algum tempo depois, chegou o pri­meiro filho, Gabriel, um presente do Senhor. Com a chegada do menino, Rui passou a pensar mais ainda na necessidade de estar na igreja para que o filho também pudesse aprender os mesmos princípios que lhe nortearam a vida, quando menino. Durante esse tempo, Rui foi enviado pela empre­sa para o Peru, com o objetivo de estabelecer uma filial nesse país. Com muitos temores, devido à distância de sua família e o país natal, Simone e Gabriel o acompanharam nesse novo desafio.
No Peru, ele enfrentou muitas dificuldades no trabalho. Prolongadas ausências e longas viagens quase destruíram seu casamento. Foi nesse mo­mento que ele recebeu um convite para trabalhar no Chile. Então, começou a frequentar a igreja, depois de muitos anos de ausência. A morte da sogra os levou a buscar respostas em Deus e em Sua Palavra. Desse modo, depois de alguns anos, Rui, Simone e o filho foram balizados. Hoje, ele e a família participam na missão da igreja, tendo Cristo como o Senhor da vida deles.
Lança o teu pão
16 de janeiro

Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Eclesiastes 11:1
Rui foi educado em um lar adventista. Durante a infância e adolescência, ele participou de todas as atividades nas quais um menino ou um jovem pode se envolver,nos diferentes programas da igreja. Ao ir para a univer­sidade, Rui tomou a firme decisão de ser fiel a Deus. Vieram as aulas aos sábados, mas ele permaneceu firme, pois havia colocado o Senhor em pri­meiro lugar. Apesar das muitas provas pelas quais passou nos cinco anos de estudos, ele se formou em Engenharia Aeronáutica, como um dos melhores alunos da universidade, sem nunca ter deixado de ser fiel ao Senhor.
Em pouco tempo, foi convidado a trabalhar em diversas empresas do ramo aeronáutico, começou a viajar mundo afora, e sua vida financeira me­lhorou muito. Tudo, porém, tem um custo. Na busca de sucesso no trabalho e nas finanças, pouco a pouco Rui deixou de orar, de estudar a Bíblia e se distanciou dos caminhos do Senhor. Passou muitos anos longe da igreja, mas os princípios que conhecera na infância permaneciam em seu coração e sempre pensava na necessidade de voltar.
Foi nessa época que ele foi trabalhar no Rio de Janeiro, onde conheceu a jovem Simone e decidiram se casar. Algum tempo depois, chegou o pri­meiro filho, Gabriel, um presente do Senhor. Com a chegada do menino, Rui passou a pensar mais ainda na necessidade de estar na igreja para que o filho também pudesse aprender os mesmos princípios que lhe nortearam a vida, quando menino. Durante esse tempo, Rui foi enviado pela empre­sa para o Peru, com o objetivo de estabelecer uma filial nesse país. Com muitos temores, devido à distância de sua família e o país natal, Simone e Gabriel o acompanharam nesse novo desafio.
No Peru, ele enfrentou muitas dificuldades no trabalho. Prolongadas ausências e longas viagens quase destruíram seu casamento. Foi nesse mo­mento que ele recebeu um convite para trabalhar no Chile. Então, começou a frequentar a igreja, depois de muitos anos de ausência. A morte da sogra os levou a buscar respostas em Deus e em Sua Palavra. Desse modo, depois de alguns anos, Rui, Simone e o filho foram balizados. Hoje, ele e a família participam na missão da igreja, tendo Cristo como o Senhor da vida deles.
Tu és fiel, Senhor
9 de janeiro

Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na Minha casa, e depois fazei prova de Mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do Céu, e  não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. Malaquias 3:10 (ACF)
José Reginaldo é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia há cerca de vinte anos. Desde que conheceu a verdade, entendeu a mensagem da mordomia cristã e decidiu ser pactuante com 3% de suas rendas, além de devolver fielmente os dízimos.
Quando se casou, não possuía casa própria e metade do pouco salário que ganhava como pintor de residências era destinado ao aluguel. No entan­to, ele se mantinha fiel a Deus, considerando-O o dono de tudo em sua vida.
Certa ocasião, José não tinha o dinheiro para pagar o aluguel. Clamou a Deus por uma solução, citando em oração as promessas que o Senhor fizera aos profetas sobre confiança no cuidado divino, e foi trabalhar. Para sur­presa dele, no fim daquela semana, Deus concedeu o dobro do necessário para o pagamento do aluguel, encaminhando mais serviços para ele. Com a bênção de sempre ter uma boa clientela, conseguiu comprar uma casa e um carro.
Em gratidão e reconhecimento pela resposta de Deus, José aumentou gradualmente o percentual do pacto para 5%, então, para 10%, depois para 20 e, com o tempo, para 30 e 40. Finalmente, José decidiu ter Deus como sócio em 50%. Do lucro, ele devolve o dízimo e separa cinquenta por cento para adorar a Deus, ofertando parte como pacto, parte para a TV Novo Tempo e um pouco para ajuda humanitária. Ele já distribuiu em todas as casas do seu bairro o livro A Grande Esperança e o DVD do Apocalipse.
Há sete anos, José tem o Senhor como sócio. As bênçãos de Deus conti­nuaram vindo de maneira abundante para que nada faltasse.
Hoje, a esposa e os filhos de José também são pactuantes e o apoiam no propósito de devolver o dízimo ao Senhor, de ofertar 80% e se manter com o restante, atendendo bem as necessidades de sua família.
Orações respondidas
2 de janeiro

Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Tiago 5:16
No início do ano, senti que Deus tinha um plano especial para mim e que eu deveria fazer Sua obra. Então, pedi a Ele que me mostrasse a pessoa a quem eu deveria dar estudos bíblicos. Tudo começou no mês de fevereiro, com o Seminário de Enriquecimento Espiritual, ministrado em minha igreja. Nessa ocasião, compreendi a importância da oração e isso me motivou a compartilhar minha fé com outras pessoas e fazer uma lista de oração, na qual incluí o nome do meu primo Sandro e de sua família para lhes dar estudos bíblicos, e também o de outro primo, Elio e família, pelo retorno à igreja.
A primeira resposta às minhas orações veio quando me inscrevi como missionária e quando meu primo Sandro aceitou fazer o curso A Bíblia Fala. A segunda resposta foi a decisão de meu primo Elio de voltar para a igreja com toda sua família. Ao mesmo tempo, continuei dando estudos bíblicos para o Sandro. Então, ele sofreu uma embolia, mas a família se apegou a Deus com mais fervor e começou a orar por ele e sua saúde melhorou. Mar-garita, a esposa, me disse que eles desejavam ser balizados. Fiquei muito surpresa e confirmei essa decisão com meu primo e também com seu filho. Pedi ao pastor do distrito que nos acompanhasse nos estudos bíblicos e na coordenação do batismo. No dia 30 de setembro, meu primo e toda a famí­lia foram balizados.
Agora sei que a oração sincera, feita com fé, é respondida por Deus. Tiago 5:16 diz: "Orai uns pelos outros, para serdes curados." Esse verso mo­tivou meu primo a orar por sua saúde. Agora ele e sua família fazem parte da igreja e são membros em nossa nova congregação. Deus respondeu às minhas orações e continuo orando para ser Sua mensageira.
Hoje, estou orando por minha amiga Clefi e sua família, que estão muito interessados, mas ainda não tomaram a decisão de seguir a Cristo.
Agradeço a Deus o fato de me fazer um instrumento de salvação para muitos lares.

sábado, 18 de abril de 2015

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